Publicado por: paolarodrigues | Setembro 26, 2007

no salão.

_cale-te! não seria eu, rainha das armas, a julgar a ti próprio se não estivesses aqui! sabes muito bem, pois todos meus homens sabem: não é de meu feitio intrometer-me na vida pessoal de nenhum de vocês, a menos que isso afete toda a tropa. e o que acabas de fazer afeta não só a tropa, mas também a mim.

Não culpo nenhum de meus homens por falta de coragem, pois antes da guerra isso falta e muito, contudo nenhum de meus homens nunca, nunca atirara algum de seus companheiros para poupar a própria vida, pelo contrário. Honra, cousa que outrora nunca teria eu questionado a existência no coração de alguém, quem quer que fosse, deste reino, hoje, questiono a tua… falta de amor ou ódio talvez ainda fossem aceitáveis, mas o que fizeste envergonhou não só a mim, mas à toda minha gente.

Não é de meu costume julgar o coração de ninguém, mas pelo que vejo não será tu próprio a julgar-te, não hoje, quando feriu a todos nós, hoje, resgatarei a honra: minha, tua e de minha gente. ajoelhe-te guerreiro, tens direito a algum último pedido…

_ quero teu perdão, minha rainha.

_que a Deusa o perdoe… de mim não terás o que quer…

(A rainha retira da bainha a espada e caça a honra que a ti, a teus homens, e ao guerreiro pertencia)


Respostas

  1. Nossa! De onde veio isso?
    Beijos!

  2. Conseguiu prender minha atemção, hermancita…

  3. Ps: Odeio o ”m” ao lado do ”n”, me faz parecer burro…

  4. :)

  5. “Que a Deusa o perdoe… de mim não terás o que quer…”

    perfect.

  6. God!!!

    tenho que aprender a fazer contos da era medieval e não ficar olhando os outros que pedem pra fazer isso e seus professores “quebram”o pescoço e ficam meia hora rindo e caçoando…


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