_cale-te! não seria eu, rainha das armas, a julgar a ti próprio se não estivesses aqui! sabes muito bem, pois todos meus homens sabem: não é de meu feitio intrometer-me na vida pessoal de nenhum de vocês, a menos que isso afete toda a tropa. e o que acabas de fazer afeta não só a tropa, mas também a mim.
Não culpo nenhum de meus homens por falta de coragem, pois antes da guerra isso falta e muito, contudo nenhum de meus homens nunca, nunca atirara algum de seus companheiros para poupar a própria vida, pelo contrário. Honra, cousa que outrora nunca teria eu questionado a existência no coração de alguém, quem quer que fosse, deste reino, hoje, questiono a tua… falta de amor ou ódio talvez ainda fossem aceitáveis, mas o que fizeste envergonhou não só a mim, mas à toda minha gente.
Não é de meu costume julgar o coração de ninguém, mas pelo que vejo não será tu próprio a julgar-te, não hoje, quando feriu a todos nós, hoje, resgatarei a honra: minha, tua e de minha gente. ajoelhe-te guerreiro, tens direito a algum último pedido…
_ quero teu perdão, minha rainha.
_que a Deusa o perdoe… de mim não terás o que quer…
(A rainha retira da bainha a espada e caça a honra que a ti, a teus homens, e ao guerreiro pertencia)
Nossa! De onde veio isso?
Beijos!
Por: Fênix em Setembro 26, 2007
às 2:07 pm
Conseguiu prender minha atemção, hermancita…
Por: Lobo em Setembro 26, 2007
às 9:28 pm
Ps: Odeio o ”m” ao lado do ”n”, me faz parecer burro…
Por: Lobo em Setembro 26, 2007
às 9:29 pm
Por: Rita Loureiro em Setembro 30, 2007
às 2:02 am
“Que a Deusa o perdoe… de mim não terás o que quer…”
perfect.
Por: passarosdepapel em Setembro 30, 2007
às 10:18 pm
God!!!
tenho que aprender a fazer contos da era medieval e não ficar olhando os outros que pedem pra fazer isso e seus professores “quebram”o pescoço e ficam meia hora rindo e caçoando…
Por: estranho aprendiz em Outubro 12, 2007
às 2:24 pm